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Gabriel Improta
* 08/02/1975 Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Instrumentista, arranjador, compositor.
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São muitos os músicos na família de Gabriel Improta. 

Sua avó, Ivy Improta, pianista clássica, “teve sólida carreira nacional e internacional”.
 
O avô, Eurico Nogueira França, pianista e crítico de música, “fundou a Academia Brasileira de Música com Heitor Villa-Lobos, padrinho de seu casamento”.
 
O pai, Tomás Improta, “trabalhou por cerca de duas décadas como pianista de nomes da música popular brasileira como Caetano Veloso, Maria Bethânia e Gilberto Gil, entre outros. Na década de 1980, no Rio de Janeiro, abriu a escola de música Cenário e desenvolveu carreira como educador, publicando livros didáticos de música. Além disso tem seu trabalho solo, com CDs como ‘Bartók Jazz’ (Ramp Recordings, 1996) e ‘Tomás Improta Interpreta Dorival Caymmi’ (Selo Rádio Mec/Rob Digital, 2002)”.
 
Para completar, “também devo citar meu tio por parte de mãe, o saxofonista Ion Muniz”.
 
Suas lembranças mais antigas da música remontam ao pai e ao avô. “Meu pai tocando piano em casa e em shows, e meu avô estudando Frédéric Chopin.”
 
Com 9 anos Gabriel começou a estudar piano, substituído “pelo violão, meu instrumento principal, aos 14”.
 
Daí para frente não parou de estudar.
 
“Tenho graduação e mestrado em composição musical pela UNIRIO e me formei no curso Professional Guitar Program do Musicians Institute (GIT) em Los Angeles, nos Estados Unidos, para onde fui como bolsista da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), e onde tive aulas regulares com o guitarrista Scott Henderson.”
 
A lista dos professores é vasta.
 
De 1995 a 1997:
Marcos Amorim  – Violão, guitarra e improvisação.
Guilherme Werlang – Violão clássico. 
Antônio Guerreiro – Harmonia.
Luiz Otávio Braga – Violão.
Tomás Improta – Piano.
 
De 1996 a 1997:                     
Léo Soares – Violão clássico.
Fred Schneider – Violão clássico.
Rômulo Thompson – Guitarra e improvisação.
Alexandre Carvalho – Guitarra e improvisação.
Paulo Pedrassoli – Violão clássico. 
Vittor Santos – Arranjo.
 
De 2002 a 2003:                     
Scott Henderson – Guitarra e improvisação.                     
Robin Randall – Composição.
Caio Senna – Análise musical.
 
De 2005 a 2006:                      
Vittor Santos – Arranjo.
 
Algumas dessas aulas foram decisivas para sua formação.
 
“Devo destacar as aulas de violão clássico com Léo Soares, que me apresentou aos estudos de Villa-Lobos e Leo Brouwer. Também foram importantes as aulas de composição, análise e orquestração na UNIRIO e de Caio Senna; as aulas de arranjo no CIGAM (Centro de Aperfeiçoamento Musical, criado por Ian Guest) e, posteriormente, com Vittor Santos”.
 
Mas ele acredita que também aprendeu alguma coisa sozinho.
 
“Comecei a compor sozinho, por desejo de reproduzir a música de que gostava para violão.”
 
Dos músicos com quem Gabriel conviveu e convive, dois ganham sua admiração especial.
 
“Aprendi muito com Vittor Santos a respeito da integridade musical e da devoção profunda que devemos ter à música. Tive um breve convívio com o compositor Leo Brouwer em Cuba, em 2001, que também me foi de grande valia.”
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