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Franklin da Flauta
* 19/08/1949 Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Instrumentista, arranjador, compositor.
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O avô materno de Franklin da Flauta era dentista e flautista amador.

 
A valsa “Branca”, composta por Zequinha de Abreu, e o choro “Carinhoso”, de Pixinguinha e João de Barro, fazem parte das lembranças musicais mais remotas de Franklin, que começou a estudar música aos seis anos de idade, aprendendo cavaquinho, aos oito passou para o piano, aos 10, para a flauta doce e, aos 13, para a flauta transversal.
 
Sou autodidata, um músico de ‘estrada’, mas estudei percepção, solfejo e ditado com Ian Guest por seismeses, em 1968, e, em 2003, análise com Carlos Alberto Figueiredo.”
 
O músico nunca estudou em nenhum método específico de música e diz que, de todo o seu aprendizado, o que lhe ficou de mais útil e agradável foi a percepção de “que uma segunda voz ou um baixo não devem ‘atrapalhar’ a melodia e que a prática constante e a audição cuidadosa são fundamentais para o desenvolvimento.”
 
Mesmo tendo aprendido “quase tudo” sozinho, houve, para Franklin, uma pessoa decisiva em sua formação musical: “Eric Dolphy, pelo exemplo de vida, ousadia e respeito à tradição.”
 
Além dele, quatro instrumentistas com quem Franklin conviveu foram muito importantes para o músico que ele se tornou:
 
Jorge Ferreira da Silva, o Jorginho da Flauta, “pela seriedade, humildade e competência”; Bebeto Castilho, do Tamba Trio, “pela sonoridade enxuta e o fraseado no improviso”; Altamiro Carrilho, “pelo vigor, sonoridade e estilo”; Baden Powell: “a garra, a arte como um todo”.
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