Formação
Levino começou a estudar violão depois de ficar cego, aos sete anos, e logo demonstrou um talento acima do comum. Ao que se sabe, não teve professores em Cuiabá. Na adolescência, mudou-se para o Rio de Janeiro a fim de estudar música no Instituto Benjamim Constant, escola especializada na educação de deficientes visuais.
Como todos os violonistas do Rio de Janeiro, foi exposto à grande transformação na técnica e no prestígio do violão resultantes da passagem pelo Brasil da violonista espanhola Josefina Robledo – discípula de Francisco Tárrega, um dos fundadores de escola moderna do violão clássico – e Agustín Barrios, violonista paraguaio de formação erudita que se radicou aqui.